KAMARÁD

KAMARÁD é uma viagem pelas páginas de uma revista criada por crianças e jovens prisioneiros no campo de concentração de Theresienstadt, durante a Segunda Guerra Mundial e que contou com 22 edições. Em dias sombrios, também a arte foi pão que distraía a fome e alimentava a capacidade de imaginar um outro presente e um futuro diferente, no contexto de um campo profundamente marcado pela sua intensa vida cultural da qual professores, músicos, atores e diversos artistas faziam trincheiras para resistir. Debruçamo-nos sobre a resistência como acto performativo, como acto de criação e de afirmação da vida em oposição à morte. De que forma a arte sobrevive e prolifera na ameaça de um fim iminente? Qual o papel da arte e da educação nos tempos mais sombrios? Iván e os seus camaradas criaram para se inscrever no mundo, assinando por fim o seu nome num pedaço de papel, daqueles raros de encontrar num campo de concentração.

Olá! Olá! Suspeitamos que adormeceram. Apenas três meninos entregaram os seus artigos: Fredy Klein, Jirka Gans y Otík Wassermann. Se isto assim continuar, é possível que tanto trabalho acabe connosco, já que vamos ter que escrever cada vez mais artigos. Podem imaginar como isto vai afetar o Kamarád. As nossas cabeças não são fontes inesgotáveis de histórias. Não temam a crítica. Vão ver que os vossos artigos vão melhorar e com isso também vai melhorar Kamarád. O que é que prometeram? Apresentar propostas para as diferentes secções. Onde estão elas?
Iván Polak - Kamarád nº22, 22 de Setembro de 1944
Próximas apresentações

Outubro de 2021
Lisboa – Teatro Meridional
Distrito de Viseu – Teatro Regional da Serra do Montemuro
Distrito de Viseu – Auditório do Centro Cultural de Castro Daire

Sinopse

Esta noite, Perséfone vai ter que dormir sozinha, ainda por cima num quarto que não é o dela, recheado de sombras estranhas e ruídos assustadores. Até o peluche que lhe faz companhia não é o seu. E surge na cabeça da pequena Perséfone a grande questão: “Para que serve a noite?”. Armada apenas com coragem e curiosidade, a menina heroína embarca numa viagem emocionante à descoberta dos segredos da noite.
“A noite serve… para caçar pensamentos. A noite serve… para ter saudades.
A noite serve… para contar segredos.”

Ficha Artística

Direção artística: Dennis Xavier e Sofia Moura
Cocriação e movimento: Leonor Barata
Cocriação e interpretação: Clara Spormann, Dennis Xavier, Gabriel Gomes, Sofia Moura
Direção musical: Dennis Xavier e Beatriz Mendes
Intérpretes musicais: Beatriz Mendes, Daniel Almeida e Sílvia Gonçalves
Cenário e figurinos: Ana Seia de Matos
Desenho de Luz: Vítor Freitas
Fotografia: Luís Belo
Parceiros: Município de Viseu, Fundação GDA, YadVashem Jerusalém, YadVashem México, Museu do Holocausto do Porto, Beit Terezin, Memoshoa, Creta, Conservatório Regional de Viseu
Agradecimentos: Ana Paula Almeida, António Ferreira, Isabel Fonseca, Filomena Gato, Hugo Vaz, Luís Roque, Domingos Xavier, Vissaium XXI, Lugar Presente, New Hand Lab, Escola Secundária Emídio Navarro
Produção: Mochos no Telhado

Informações em breve

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