A História das Coisas

Sinopse provisória

Um olhar mais atento às coisas que nos pertencem e às quais nós pertencemos. No caminho que desbravamos pelas correntes de plástico, poços de petróleo e fábricas de químicos, passamos pelas cinco fases do ciclo de vida das coisas: extração, produção, distribuição, consumo e descarte, encontrando pessoas, animais e paisagens como danos colaterais. “Coisificámos” o presente. E no instante seguinte, quando ele já era passado, deitámo-lo fora. E o futuro?

Audição para Ator

OPEN CALL

Estamos à procura de um Ator (m), com formação académica ou experiência em interpretação em projetos profissionais, para integrar a equipa artística do projeto.

O que esperar?

A História das Coisas será uma criação artística, no domínio do Teatro, inspirado no livro de Annie Leonard, atual co-diretora da Greenpeace.
A autora sugere um novo paradigma capaz de tornar os objetos mais duráveis, reparáveis, recicláveis e úteis. Este livro, que nos fala também do consumo em excesso, é uma ferramenta valiosa para instigar o pensamento crítico e sensibilizar para uma qualidade de vida que não dependa da quantidade de “coisas” ou bens que se acumulam ao longo da vida.

O perfil do candidato

– Formação académica ou experiência em projetos profissionais, enquanto intérprete;
– Idade compreendida entre os 20 e os 35 anos;

Calendário de trabalho

Residências de Criação: Janeiro e fevereiro de 2023;
Estreia e circulação nacional: Março, abril e maio de 2023

Equipa Artística (incompleta)

Coordenação artística: Dennis Xavier
Dramaturgia: Fernando Giestas
Encenação: Sofia Moura
Interpretação: Ana Arinto e (?)
Cenografia: Centro Ponto Arte
Design e Fotografia: Luís Belo

Financiamento: DGArtes – Arte e Ambiente; Município de Viseu
Parceiros: QUERCUS; Story of Stuff; TREVO

Candidata-te aqui

Sinopse

Esta noite, Perséfone vai ter que dormir sozinha, ainda por cima num quarto que não é o dela, recheado de sombras estranhas e ruídos assustadores. Até o peluche que lhe faz companhia não é o seu. E surge na cabeça da pequena Perséfone a grande questão: “Para que serve a noite?”. Armada apenas com coragem e curiosidade, a menina heroína embarca numa viagem emocionante à descoberta dos segredos da noite.
“A noite serve… para caçar pensamentos. A noite serve… para ter saudades.
A noite serve… para contar segredos.”